15.3.13

Incompreensão.


Serei breve e, como consequência direta disso, provavelmente incompreensível em meus dizeres.

A subjetividade me persegue. A capacidade de tentar (arduamente) representar em palavras tudo aquilo que permeia minha confusa e indecifrável mente por meio de termos que não fazem sentido a ninguém, exceto a mim mesmo, se faz mais necessária a cada dia que passa. E qual o motivo disso? Não sei. Ninguém sabe. Eu só sei que me sinto impelido a textualizar este mar de inconsistências.

E a racionalidade típica para a interpretação desses fatores me abandona em momentos cruciais. O instinto se faz presente quando eu menos percebo. E isso não é degradante de forma alguma. Sentir momentos e interiorizar sensações sem utilizar da objetividade maçante e enjoativa faz bem. É realmente uma nova semiótica do mundo, aplicada a novos contextos e novas situações.

E a objetividade cai por terra. Não vejo mais razões para seguir piamente a racionalidade tradicional, apesar de não conseguir abrir mão da mesma.

Definitivamente, esta mudança de paradigmas possui toda a razão de ser.


Nenhum comentário:

Postar um comentário